sábado, 18 de janeiro de 2020

PoeRima N2

Resultado de imagem para nuvens e páSSAROS

N’uma manhã linda e ensolarada
Nuvens e pássaros bordam o céu
Não fazem ideia da poesia desenhada
Nos ares, para meus olhos, um troféu!

Na obra de arte tão natural
Não há palavras para traduzir
No quesito arte, a beleza divinal
Nas asas, um pincel a difundir

Notável desenho, nuvens como novelos
No espaço, brincam de se esconder
Na sombra do sol fazem seu refestelo
Nesse vai e vem brincam até o anoitecer.

Autoria: Diná Fernandes

PoeRima é um estilo literário criado pela poetisa Fernanda Xerez

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

História de Cristo

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Nos tempos litúrgicos do Advento, Natal e Epifania, tempos fortes na celebração do mistério cristão, há uma palavra familiar que se repete a miúdo nas leituras, que se canta em várias músicas e que passa a povoar a imaginação dos fiéis: Belém.

Belém é um nome altamente simbólico: em árabe significa “casa da carne” e em hebraico “casa do pão”. Lá nasceu o Rei David, ungido pelo profeta Samuel para ser cabeça da dinastia, da qual nasceria o Messias. Belém, berço de David, seria o solo onde nasceria o esperado das nações.


Chama atenção a relação que tem Belém com a Eucaristia. Em primeiro lugar, porque lá a Virgem deu a luz ao Filho de Deus a quem adoramos no augusto Sacramento do altar. Porém também pelos significados providenciais do nome: casa da carne e casa do pão.
Jesus é carne de Maria e pão da Vida

Existe também em Belém outra realidade Belém que salta aos olhos. Os Evangelhos nos narram que nesse lugar bendito, todo o universo criado se faz presente para honrar o Senhor “por quem existem todas as coisas” (Jo. 1, 3). Os reinos angélico, animal, vegetal e mineral ali estão presente através de seus representantes qualificados: os anjos, os pastores e os reis, a vaca e o boi, a palha do presépio, o linho dos panos, o incenso, a mirra, o ouro, a estrela misteriosa…

Belém é uma apoteose de adoração, apesar da trágica exceção que fazem à regra, um tirano e uns maus vizinhos: o rei Herodes e os donos de hospedagens insensíveis ao apelo do casal forasteiro.


O que há 2.000 anos passou em Belém, é um pouco o que sucede em nossas igrejas e capelas onde se expõe o Senhor para a adoração. Ali estão os anjos –claro que sim–, Maria e José, a sua maneira; depois os fiéis devotos; as flores, a luz das velas, o incenso, os materiais que compõem o ostensório e o altar … todo o enquadramento que rodeia a Eucaristia exposta, como que se inclina reverente e proclama a presença real, por certo com mais sentimento com aquele o fariam os novos Herodes ou os milhares de anônimos que povoam as cidades de nosso tempo, que ignoram a Deus ou o combatem. Porque esse aspecto é também hoje uma triste realidade, inclusive entre os cristãos!


Feliz Natal!
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Acabativa- Poema Dalangola

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Estilo Expimental criado por Jose Cambinda Dala poeta angolano

Cantando, levo a vida, planejo e dou acabativa, 

Centrada, priorizo as necessidade básicas. 

Cismei abrir mão de tudo que era supérfluo, 

Costurei as ideias com as agulhas da consciência, 

Custei, mas consegui, um jeito leve para harmonizar o viver 


Autoria: Diná Fernandes

https://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/4174681

quinta-feira, 28 de novembro de 2019

O rio que corre em meus olhos-Sem a vogal "A"

Dor de amor: como tratar a ferida? - Fala Psico - Vittude Blog
Ficou em meu peito
um sofrer perene
um rio contínuo
escorrendo
dos olhos.

Do meu coure,
músculos retorcidos,
endurecidos 
por sentimentos de dor.

Nos ouvidos,
tudo o que você
docemente segredou.

Dos nossos momentos,
o gosto dos beijos
os sussurros sutis.

Do meu corpo,
desejos contidos
do bem perdido.

Reduzido, temido
sofrido, só o pó restou.
O osso degenerou.

Diná Fernandes

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Pé de Vento- Lúcia- Endereço certo -Diná

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Vim num pé de vento 
Seu blog percorrer 
No precioso momento 
Em que nele entrei 
Senti um rio poético 
No meu ser correr 
Encheu-me de regozijo 
E muito deleite me deu. 

Se você percebeu 
Seu provoco cumpri 
E o termo proibido 
Consegui suprimir 
Espero ter cumprido 
O que me propôs 
Dentro do preceito 
Do seu projeto. 

Lúcia Silva
***
Endereço Certo
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Veio meu blog conhecer 
E veio no endereço certo 
E venho te responder; 
Conto contigo nesse feito 
Seu cerebelo pode render
versos correndo no leito 
Do rio poético, um escrever 
Diferente, sem desconcerto.

Cumpriu e foi doloroso 
O provoco foi rígido 
Que pedido portentoso 
Eu confesso ter recebido 
Depois d'um deleite moroso
Esse lento termorrígido 
Que o meu olho cobiçoso
Sofreu pelo tempo tedioso

Diná Frnandes

domingo, 24 de novembro de 2019

Seguindo com Deus- sem a vogal "A"


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Seguindo com Deus
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Ser crível é sentir Deus
Ser humilde é obedecer o Senhor
E ser feliz só depende de você mesmo
Ser generoso é presente de Deus
E é nosso dever.
Eu Confio no Senhor
Ele me diz que viver bem
É seguir contrito com ele.

Diná Fernandes



sábado, 23 de novembro de 2019

Osso e pó- Sem a vogal "A"

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Sigo pelo estreito, me cobrem de pó
E eu, impotente, nem posso me defender
Meus pés endurecidos, doridos, estou só
Nesse tempo que penso em reverter...

Os momentos sem sorriso,
Consumido e sem vigor,
e todo o meu ser temido, sem consolo,
pelo tempo reprimido,
entre refolhos escondido.

Oh! Tempo dos desgostos
Sem prêmios, somente dor
E eu exposto e descomposto
Somente osso nesse triste expor

Desse viver sem regozijos
Noite quente me derrete
Nem posso escolher um esconderijo
Muito menos um gostoso sorvete.






Diná Fernandes

Ciúme- Medianeiro

Ciúme, coisa louca, Traz dor, amargura. Melhor fechar boca. Para amar alguém Precisa dar abertura, Será livre também. Quem pensa acorrentar...